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Grupo de Medioambiente

Jorge Bravo Igual
Secretariado academia beltran
Escrito por Jorge Bravo Igual
el 18/06/2012

ESTO LLEGA AL TERCER MUNDO,

Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 19/06/2012

19 / 06 / 2012 Alto escalão da Rio+20 terá 94 chefes de Estado, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (18) que a reunião de cúpula da Rio+20, a Conferência da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável, terá 94 chefes de Estado e de governo.

O Segmento de Alto Nível da conferência será aberto oficialmente na quarta-feira. Em seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”, Dilma disse que todos estarão em busca de um modelo que contemple o crescimento econômico com inclusão social e proteção ao ambiente.

“Trabalhadores, cientistas, empresários, comunidades indígenas e organizações não governamentais de todo o mundo estarão participando da Rio+20. Todos estão em busca de um caminho para que os países possam manter o crescimento econômico com inclusão social e, ao mesmo tempo, proteger e preservar o meio ambiente. Desenvolvimento sustentável é isso, são esses três verbos: crescer, incluir e proteger”, disse a presidente.

De acordo com Dilma Rousseff, a conferência vai reunir representantes de 190 países no Rio de Janeiro. Para a presidente, os países vão “discutir novos caminhos” e “assumir responsabilidades para alcançar o desenvolvimento sustentável”. “Essas responsabilidades são comuns a todos, mas têm que ser diferenciadas de acordo com a situação econômica, social e cultural de cada país”, explicou.

Etanol - No programa, Dilma lembrou que as vans que farão o transporte das delegações internacionais durante a Rio+20 funcionarão com um combustível de etanol de segunda geração, desenvolvido pela Petrobras. De acordo com a presidente, esse etanol é produzido com bagaço da cana-de-açúcar – uma parte da cana que seria jogada fora ou queimada.

“Com esse novo combustível, aproveitamos melhor a cana e, com a mesma área plantada, vamos produzir 40% a mais de etanol. Mas o que é mais importante, se você pode usar o bagaço de cana para produzir etanol, você pode usar o resto de qualquer outra produção de alimentos para produzir energia.[... ] E isso é uma revolução”, afirmou. Dilma garantiu que este tipo de etanol estará disponível nos postos de combustíveis brasileiros daqui a três anos.

A presidente Dilma disse ainda que 45% da energia utilizada no Brasil é renovável. “Um percentual que nos deixa muito à frente do resto do mundo, que tem uma matriz concentrada em fontes fósseis e físseis de energia”, explicou.

De acordo com ela, a média internacional do uso de fontes renováveis é 13%. A presidente também destacou que o Brasil é um dos três maiores produtores de alimento do planeta e tem as maiores reservas de água doce do planeta. (Fonte: Kelly Matos/Folha. Com)

Jorge Bravo Igual
Secretariado academia beltran
Escrito por Jorge Bravo Igual
el 19/06/2012

He dejado de creer ya hace tiempo en los politicos,que se reunen para la sostinibilidad del planeta,no llegan ni siquiera al acuerdo de la reduccion de los gases ,que destruye la capa de ozono.

Sigue imperando el interes del dinero.

Gracias a asociaciones como Greenpece,que actuan,se frenan algo,para no salir en las fotos de los diarios.

Laura
Escrito por Laura
el 20/06/2012

HOLA AMIGOS DE ESTE DEBATE,NO CREAN QUE ME OLVIDÉ...


UNA NÑA,PREGUNTA A SU MAESTRO...


Como afecta la sociedad en el medio ambiente?



Las poblaciones de las que formamos parte ejercen sus impactos en el ambiente a través de un variado conjunto de actividades productivas, entre las que destacan la agricultura y la ganadería, la industria, el desarrollo urbano –en forma del crecimiento de las ciudades y poblados y su infraestructura asociada- y el turismo, entre muchas otras. A través de estas actividades obtenemos los bienes que observamos a nuestro alrededor y los servicios con los que satisfacemos nuestras necesidades diarias. Podemos citar los alimentos que consumimos, los muebles de nuestras casas y trabajos, el papel que utilizamos, las prendas que vestimos y los medicamentos que nos ayudan a curar alguna enfermedad.
Como lo hemos mencionado, la producción o uso de todos esos bienes tiene consecuencias en el Medio Ambiente: la pérdida y alteración de los ecosistemas y de su biodiversidad, la contaminación del agua, el aire y los suelos; y el Cambio Climático global y la reducción del grosor de la capa de ozono que nos protege de los peligrosos rayos ultravioleta de sol.
Todos los elementos del ambiente están estrechamente relacionados, los problemas ambientales que afectan a uno de ellos tendrán, en el corto, mediano o largo plazos, algún efecto directo o indirecto sobre uno o más de los restantes elementos. Veamos un ejemplo de cómo la producción de bienes afecta a un elemento del ambiente y cómo éste altera las restantes unidades. La necesidad de producir más y mejores alimentos para una población cada vez más numerosa, ha impulsado a lo largo de los siglos a muchas comunidades asentadas en los bosques tropicales del mundo a eliminar la cubierta de bosque original para obtener nuevos terrenos de cultivo. Su primer impacto repercute en la merma de la superficie forestal –con lo que inmediatamente perdemos muchos tipos de materias primas y otros recursos naturales de manera definitiva-; pero también afecta a las poblaciones silvestres de las plantas y animales que ahí habitaban –que después del desmonte no encuentran más sitios adecuados para establecerse y reproducirse-, llegando incluso a ponerlas en las listas de peligro de extinción.


Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 20/06/2012

SALUDOS!

Gracias Jorge, Laura, Yolma, Felita, Celia y todos que de alguna manera han participado de este debate sin vuestra colaboración no tendria el éxito obtenido.

MUCHAS GRACIAS A TODOS!

20 / 06 / 2012 Brasil reconhece que crise econômica prejudicou documento da Rio+20

Apesar de classificar a declaração da Rio+20 aprovada na manhã de terça-feira como uma “vitória do multilaterismo”, o Itamaraty admitiu que a crise econômica mundial prejudicou algumas das decisões, em especial à ligada a financiamento, no trecho que se refere a meios de implementação.

O embaixador Luiz Alberto Figueiredo, secretário-chefe da delegação brasileira, afirmou que a crise prejudicou as negociações em torno dos meios de implementação, que financiarão o desenvolvimento sustentável. O documento acabou com compromissos de acordos posteriores sobre como e quem daria recursos, com prazo para 2014. “A crise que se abate com força nos países do norte certamente influenciou a Rio+20”, disse Figueiredo. “Houve uma retração dos países desenvolvidos em áreas importantes como solidariedade e cooperação internacional”. O negociador-chefe do Brasil, André Correa do Lago, completou: “Os recursos não apareceram. ”

O Ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota abriu a sessão à imprensa para falar da aprovação final do documento, às vésperas da chegada dos chefes de Estado à conferência de desenvolvimento sustentável da ONU. “Cumprimos o que nos propomos. O texto chegou ao Rio com 40% de acordo, e agora está 100% acordado”, afirmou.

A Ministra de Meio Ambiente Izabella Teixeira, também saudou os esforços dos diplomatas brasileiros: “É a primeira vez que uma conferência desse tipo termina nos seus prazos”, disse, se referindo às negociações das conferências de clima, sempre complicadas, mas aparentemente se esquecendo que o prazo final previsto para as negociações era de sexta-feira passada (15).

Patriota afirmou que entre as vitórias do documento estão o fato de que todos os princípios acordados em 1992 continuam reafirmados, em especial as responsabilidades comuns porém diferenciadas – um ponto de discórdia entre países ricos e pobres.

O Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), afirmaram os diplomatas, não será elevado a agência, mas ganhou uma recomendação para maior intergração dentro do sistema ONU e um aumento em seu orçamento. Essa decisão ficará para o fim ainda de 2012, durante a Assembleia Geral da ONU.

Outras vitórias seriam o início de uma série de discussões: debate dos novos índices de riqueza que aposentassem o Produto Interno Bruto e levassem em conta fatores sociais e ambientais, a revisão dos Objetivos do Milênio (e um posterior estabelecimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e um compromisso de se estabelecer, num prazo de dez anos, novos padrões sustentáveis de consumo. No entanto, o que se esperava do documento é que esses temas já saíssem do texto final com definições mais claras, e não compromissos para estudos posteriores.

Patriota disse que o texto refletia a posição brasileira em vários dos temas, mas admitiu depois que em alguns tópicos, como os direitos reprodutivos das mulheres, as obrigações do país como anfitrião da Rio+20 e a necessidade de atingir um consenso tiveram que ser mais fortes que suas posições enquanto estado-membro da ONU.

No fim, a delegação se disse satisfeita com os resultados: “Há divergências, mas estamos felizes”, disse Figueiredo. (Fonte: Natasha Madov/ Portal iG)


CLIPPING
Mientras que la clasificación de la declaración aprobada en la Rio +20 mañana del martes como una "victoria para el multilateralismo", el Ministerio de Relaciones Exteriores admitió que la crisis económica mundial socavó algunas de las decisiones, especialmente las relacionadas con la financiación, en el pasaje que se refiere a Medios de ejecución.

El embajador Luiz Alberto Figueiredo, secretario en jefe de la delegación brasileña, dijo que la crisis socava las negociaciones sobre los medios de aplicación, que financiarán el desarrollo sostenible. El documento concluyó con acuerdos de compromisos posteriores sobre cómo y quién proporcionaría recursos, con un plazo hasta 2014. "La crisis es tan difícil en los países del norte sin duda influyeron en la Rio +20", dijo Figueiredo. "Hubo una desaceleración en los países desarrollados en áreas importantes como la solidaridad y la cooperación internacional". El jefe negociador de Brasil, André Correa do Lago, agregó: "Los recursos no han aparecido.'

El ministro de Relaciones Exteriores Antonio Patriota abrió la reunión con la prensa para hablar sobre la aprobación definitiva del documento, justo antes de la llegada de los jefes de estado de la conferencia de desarrollo de la ONU sostenible. "Hacemos lo que nos proponemos. El texto llegó a Río con un 40% de acuerdo, y ahora está de acuerdo 100% ", dijo.

El Ministro de Medio Ambiente Izabella Teixeira, también elogió los esfuerzos de los diplomáticos brasileños: "Es la primera vez que una conferencia de este tipo termina en sus términos", dijo, en referencia a las negociaciones de las conferencias del clima, siempre es complicado, pero olvidando al parecer siempre que el plazo para las negociaciones fue el viernes pasado (15).

Patriota dijo que entre las victorias del documento es el hecho de que todos los principios acordados en 1992 reafirmó seguir, en particular las responsabilidades comunes pero diferenciadas - un punto de la discordia entre países ricos y pobres.

PNUMA (Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente), dijeron los diplomáticos, la agencia no será alto, pero ganó una recomendación para una mayor intergração dentro del sistema de las Naciones Unidas y un aumento de su presupuesto. Esta decisión será a finales de 2012, sin embargo, durante la Asamblea General de la ONU.

Otras victorias sería el comienzo de una serie de discusiones: la discusión de nuevos índices de riqueza que se retiró del Producto Interno Bruto y tuvo en cuenta los factores sociales y ambientales, la revisión de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (y posterior establecimiento de objetivos de desarrollo sostenible) y el compromiso de establecer, dentro de diez años, los nuevos patrones de consumo sostenible. Sin embargo, lo que se esperaba de este documento es que estos temas han salido del texto final con definiciones más claras, y no hay compromisos para estudios posteriores.

Patriota dijo que el texto refleja la posición brasileña en varios temas, pero más tarde admitió que en algunos temas, como los derechos reproductivos de las mujeres, las obligaciones del país como anfitrión de Río +20 y la necesidad de lograr un consenso tenía que ser más fuerte su posición como estado miembro de la ONU.

Al final, la delegación se mostró satisfecho con los resultados, dijo: "Hay diferencias, pero estamos felices", dijo Figueiredo. (Fuente: Natasha Madov / portal iG)












respetuoso del medio ambiente sello icono psd



Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 20/06/2012

Hola compañeros de lucha!

Me gustaria adicionar más informes sobre la cumbre del RIO+20:

Ecoticias

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Miércoles, 20 de Junio de 2012

Encuesta. La mitad de los altos mandatarios no espera acuerdo alguno en Río+20

Asimismo, más de una cuarta parte de los CEOs entrevistados considera "ineficaces" acuerdos globales como los que recoge los Objetivos de Desarrollo del Milenio y el Protocolo de Kioto, según informa PwC.

ENVIADO POR: ECOTICIAS. COM / RED / AGENCIAS, 20/06/2012, 16:43 H | (33) VECES LEÍDA

Un 45 por ciento de los altos ejecutivos (CEOs) cree que "no se llegará a ningún acuerdo o éste será mínimo" durante la conferencia de Naciones Unidas Río+20 que se celebra esta semana en Río de Janeiro (Brasil), según la Encuesta Global de CEOs sobre sostenibilidad y cambio climático elaborada por PricewaterhouseCoopers (PwC) a partir de entrevistas a 141 altos ejecutivos y a casi 700 ciudadanos de 83 nacionalidades.

Asimismo, más de una cuarta parte de los CEOs entrevistados considera "ineficaces" acuerdos globales como los que recoge los Objetivos de Desarrollo del Milenio y el Protocolo de Kioto, según informa PwC.

Por otro lado, las expectativas de los ciudadanos son "ligeramente peores que la de los CEOs", ya que la mitad no prevé que se alcancen acuerdos durante la cumbre de Río. De este modo, el informe destaca que la ciudadanía "tiene una mayor preocupación sobre el problema del cambio climático que los CEOs" y un 88 por ciento de los ciudadanos considera importantes para este año "los retos y amenazas relativas al cambio climático".

INICIATIVAS EMPRESARIALES

Los primeros ejecutivos de las empresas aseguran, pese a su escepticismo sobre la conferencia Río+20, que "impulsarán iniciativas empresariales de eficiencia energética, racionalización del consumo de agua o de sostenibilidad, si se alcanzan acuerdos concretos en la Conferencia sobre el Desarrollo Sostenible".

En este sentido, destacan la asequibilidad energética, la igualdad y la inclusión social, el consumo sostenible y la escasez de recursos como sus tres grandes preocupaciones relacionadas con el desarrollo sostenible en 2012, ya que para el 87 por ciento de los encuestados, la accesibilidad energética a precios asequibles es "importante" para su negocio.

Por lo que se refiere a la escasez de agua, un 13 por ciento de los directivos está preocupado actualmente por ese aspecto, aunque según la encuesta, el número se incrementará hasta el 78 por ciento en 2022. En este caso, los ciudadanos coinciden con los CEOs en señalar la asequibilidad energética, junto con el consumo sostenible, como uno de los temas que más les preocupa en la actualidad.

La directora de Sostenibilidad y Cambio Climático de PwC, Mari Luz Castilla, ha afirmado que "las amenazas globales y desafíos de la sostenibilidad están ahora en las agendas de las grandes compañías multinacionales, aunque en el sector empresarial existe la percepción de falta de entendimiento en relación al Desarrollo Sostenible".

Así, ha señalado que "la Cumbre de Río+20 puede ayudar a establecer una visión de cómo se debería avanzar en todo lo relacionado con el desarrollo sostenible" aunque considera que "para avanzar realmente en este sentido el sector privado se muestra más confiado en acciones impulsadas por las administraciones e incentivos fiscales".

ECOticias. Com – ep

Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 21/06/2012

Hola!

MAS INFORMES SOBRE RIO = 20:

21 / 06 / 2012 Documento final da Rio+20 privilegia a economia, diz Marina Silva

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva criticou nesta quarta-feira (20) o acordo firmado entre os 193 países que participam da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Segundo ela, o documento proposto pelo Brasil e aceito pelos outros países privilegiou apenas a economia, e não a sustentabilidade.

“A crise econômica está sendo privilegiada [na negociação]. O documento é uma pá de cal na Rio+20″, disse, em rápida entrevista concedida no fim da tarde, no Riocentro, onde ocorre o Segmento de Alto Nível da conferência, com chefes de Estado e governo dos países participantes. Em entrevistas anteriores, a ex-ministra havia usado a mesma expressão para dizer que a Rio+20 era uma “pá de cal na Rio92″.

“O erro não é colocar 100 bilhões no FMI, é não colocar 100 bi em um fundo ambiental. Venceu a tese norte-americana. Prevaleceu a tese de que esforços são bilaterais. Que cada país tem que fazer as suas ações. Há um consenso de que o documento não é satisfatório”, disse.

Reação das ONGs – Assim como Marina, organizações não-governamentais (ONGs), descontentes com os resultados da Rio+20 até agora, querem que a expressão “com plena participação da sociedade civil” seja removida do parágrafo introdutório do documento-base da conferência. “As ONGs não apoiam esse texto de maneira nenhuma”, disse Wael Hmaidan, da Climate Action Network International, que discursou em nome do chamado “major group” de organizações sociais na abertura da sessão de alto nível da conferência, na manhã desta quarta.

Segundo Hmaidan, o documento aprovado pela diplomacia, intitulado “O Futuro que Queremos”, está “totalmente fora de contato com a realidade”. “Exigimos que as palavras ‘com plena participação da sociedade civil’ sejam removidas do texto”, disse Hmaidan, para uma audiência que incluía vários ministros, presidentes e outros chefes de Estado. Uma petição online, até agora assinada por mais de 35 ONGs (incluindo duas brasileiras: Vitae Civilis e Idec), critica o processo de negociação da ONU e pede mais participação da sociedade civil nas decisões.

A frase que as ONGs querem alterar é o primeiro parágrafo do documento que descreverá os resultados da Rio+20, se aprovado formalmente pelos chefes de Estado ao final da conferência, nesta sexta-feira. O trecho diz: “Nós, chefes de Estado e de governos e representantes de alto escalão, tendo nos reunido no Rio de Janeiro, Brasil, de 20 a 22 de junho de 2012, com plena participação da sociedade civil, renovamos nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e com assegurar a promoção de um futuro economicamente, socialmente e ambientalmente sustentável para o nosso planeta e para as gerações presentes e futuras”.

Manifestação nas ruas – Milhares de pessoas ocuparam a Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro, na tarde desta quarta, em protesto coletivo realizado em função da Rio+20. Segundo estimativa da Polícia Militar divulgada às 18h30, cerca de 20 mil pessoas acompanhavam a passeata.

Carros de som, bandeiras, faixas, artistas e até uma escola de samba apoiavam as mais variadas causas, em um clima pacífico. Segundo o Centro de Operações Rio, devido aos protestos, a pista lateral da Avenida Presidente Vargas chegou a ter duas faixas interditadas, mas, às 16h35, foi liberada.

Ativistas de meio ambiente, trabalhadores rurais e urbanos, estudantes, professores e índios desfilavam pela avenida separados por espécies de alas, um grupo na frente do outro, lembrando, do alto, os desfiles carnavalescos na Marquês de Sapucaí.

Alguns cantavam em coro (com direito a coreografia), outros apitavam de cara pintada e líderes de movimentos comandavam os seus companheiros de ideais ao microfone.

Durante a interdição, o trânsito foi desviado pela CET-Rio para as ruas Carmo Neto, Benedito Hipólito e Marquês de Pombal.

No sentido oposto, na Praça da Bandeira, o desvio foi pela Avenida Marechal Floriano. A CET-Rio colocou 95 agentes para monitorar o trânsito no local.

A Avenida Rio Branco ficou interditada por mais de quatro horas, na altura da Avenida Presidente Vargas. A retenção chegou até a Avenida Francisco Bicalho e Rua Francisco Eugênio, na Zona Portuária da cidade.

Outro prostesto, que também aconteceu no Centro da cidade nesta tarde, reuniu funcionários em greve da Cedae, concessionária pelo abastecimento de água. A categoria fechou uma faixa da Avenida Presidentes e realizou um “apitaço”.

Também nesta tarde, cerca de 100 jovens protestaram no Centro da cidade. Entre as reivindicações, os manifestantes reclamavam dos investimentos na Copa de 2014 e cobravam a legalização da maconha.

Samba – Até uma escola de samba participou da manifestação. Convidada pelo alemão Holgen Güssefeld, idealizador do Bread Tank (tanque de pães), que faz sucesso na Rio+20, a Acadêmicos de Vigário Geral serviu como abre-alas da obra, com passistas, inclusive uma mirim, e ritmistas.

“O tanque é um exemplo de transformação de uma coisa ruim em uma boa. Se esta transformação se realizar no mundo, será razão de alegria, aqui representada pela escola de samba”, explicou o colaborador do World Future Council.

Em meio a marcha, por volta das 16h, um grupo de 20 índios caminhou em sentido contrário à passeata, carregando um toco de madeira, em protesto contra o desmatamento. Algumas pessoas ficaram assustadas, mas não houve tumulto.

Crianças, como o pequeno João Guilherme, de 3 anos, também foram bem-vindas na marcha. Trazido pelo pai, o funcionário público, Paulo Nagae, o pequeno parecia se divertir em meio à barulheira. “Acho que um evento dessa magnitude, dessa nobreza, tem que ser prestigiado. É uma obrigação para nós estar aqui e acho importante trazer ele para dar o exemplo”, disse o pai. (Fonte: G1)

21 / 06 / 2012 Dilma e secretário-geral da ONU alertam para ‘agenda urgente’ ao abrirem Rio+20

A presidente Dilma Rousseff alertou nesta quarta-feira a necessidade do mundo seguir uma ‘agenda urgente’, ao declarar oficialmente aberta a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

A cúpula tem sido alvo de críticas por parte de ambientalistas, que consideraram tímido o texto-base da declaração final, aprovado na terça-feira.

Eleita pelos países que integram os debates como presidente da conferência, Dilma agradeceu os votos e transferiu a tarefa ao ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que assumiu os trabalhos como vice-presidente da conferência.

Dilma expressou ainda a satisfação de ver ‘a liderança mundial’ para a qual ‘acorda hoje o Rio de Janeiro, para a complexa e urgente agenda do desenvolvimento sustentável’.

‘Não tenho dúvidas de que estaremos à altura dos desafios’, acrescentou a líder brasileira, indicando que às 16h voltará a falar à plenária expondo a posição do Brasil sobre os temas que serão discutidos pelos chefes de Estado.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, comentou diretamente o texto aprovado ontem ao manifestar descontentamento e afirmar que esperava algo mais ‘ambicioso’.

O secretário-geral da ONU, por sua vez, deixou claro que caberá agora aos líderes mundiais, nos três próximos dias, dar a devida importância aos temas que afetam o planeta.

‘A natureza não espera, a natureza não negocia com o ser humano. Temos recursos limitados na Terra, e portanto o que os países-membros acordarem aqui, agora, é importante e deve ter vontade política’, disse.

Inspiração – Ele disse ainda que o Brasil tem potencial de servir como exemplo para outros países. ‘Na minha visão o Brasil tem muita chance de sucesso e podemos aprender e ter inspirações com os sucessos brasileiros’.

Questionado sobre a expectativa de mudanças no texto aprovado, Ban disse que espera que os líderes tomem decisões cruciais tendo em vista o mundo como um todo.

‘Eles são aqueles que podem tomar decisões políticas. A era em que cada chefe de Estado pensava apenas em seu próprio país já se acabou. Nosso mundo está interconectado e nossos líderes precisam pensar como cidadãos globais’, indicou.

Rascunho – O primeiro dos três últimos dias da Rio+20, que agora conta com a presença de chefes de Estado e governo de todo o mundo, já começa com uma questão crucial: a timidez dos termos acordados no texto rascunho aprovado na terça-feira e a pressão para que as discussões entre os líderes resultem em mudanças para tornar a declaração final mais contundente.

O objetivo do texto é convencer a humanidade a seguir um caminho mais sustentável, reduzindo a pobreza e preservando o meio ambiente, informa o analista da BBC Richard Black.

Fontes ligadas ao tema, entretanto, afirmaram que as discussões fomentaram uma polêmica em torno de uma série de pontos.

O documento, por exemplo, pede ‘uma ação urgente’ contra a produção e o consumo insustentável, mas não dá detalhes nem estabelece um cronograma de como essa meta poderá ser atingida.

Por outro lado, o texto reafirma os compromissos que os países fizeram para encerrar os subsídios aos combustíveis fósseis ‘danosos e ineficientes’.

Críticas – Entidades ligadas à defesa do meio ambiente afirmaram que o rascunho final carece de ‘conteúdo significativo’.

Segundo o diretor de política e campanhas da organização Friends of the Earth, Craig Bennett, que acompanhou as negociações no Rio, ‘a minuta do texto revela que falta às negociações do Rio o poder de fogo necessário para solucionar o problema global que enfrentamos’.

‘Os países desenvolvidos têm falhado seguidamente em viver dentro dos limites do planeta – e agora eles precisam acordar para o fato de que, até a economia mundial se recuperar, estaremos pisando em rachaduras cada vez maiores’, acrescentou Bennett.

Mais de cem chefes de Estado e governo são esperados no Rio de Janeiro para a aprovação do texto. Entre os líderes, estará presente o recém-eleito presidente da França, François Hollande.

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, não virão e serão substituídos por seus ministros.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também não confirmou presença, ainda que especulações sobre sua eventual vinda tenham surgido recentemente.

A Rio+20 ocorre 20 anos depois da Eco-92, também chamada de Cúpula da Terra. (Fonte: G1)

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Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 25/06/2012

Un fracaso monumental la conferencia RIO +20;

Es lamentable que a nível Mundial no se llegue a soluciones para el descaso y el desrespeto con la Naturaleza, Biodoversidad y la Propia Existencia Humana;

RÍO+20, un ‘greenwashing’ en toda regla

Greenpeace lamenta profundamente los resultados de la Cumbre de Río+20, una reunión que pasará a la historia por la falta de ambición de los Gobiernos participantes y por sus buenas palabras vacías de contenido.

ENVIADO POR: ECOTICIAS. COM / RED / AGENCIAS, 25/06/2012, 10:20 H | (69) VECES LEÍDA

La cumbre se transforma en un intento de lavado de imagen de los Gobiernos mientras ignora los problemas sociales y medioambientales del planeta

Greenpeace lamenta profundamente los resultados de la Cumbre de Río+20, una reunión que pasará a la historia por la falta de ambición de los Gobiernos participantes y por sus buenas palabras vacías de contenido.

Prueba de ellos es que las organizaciones civiles allí presentes la han bautizado como la cumbre de Greenwashing+20 , del maquillaje verde carente de compromiso y de medidas reales para cambiar la situación del planeta. Del texto de la declaración final de la cumbre no se pueden extraer decisiones ni pasos adelante para comenzar la transición hacia un modelo de desarrollo que pueda hacer frente a la actual crisis económica, ambiental y de equidad.

" El texto de la declaración final, que lleva el sarcástico título de El Futuro que queremos , es un texto descafeinado que carece de ambición y no añade nada a los compromisos de la comunidad internacional ", ha declarado Miguel Ángel Soto, responsable de Biodiversidad y Contaminación de Greenpeace España." Uno a uno, los pocos objetivos y compromisos que se podían conseguir en esta cumbre han sido eliminados ".

Greenpeace lamenta que incluso incluso antes de comenzar la cumbre EEUU, Venezuela, Rusia y Canadá formaran una surrealista alianza que dio al traste con la propuesta de que esta cumbre lanzara un mandato para la protección de las aguas internacionales. La posibilidad de mejorar la gobernanza mundial en materia de medio ambiente a través de la conversión en una agencia de Naciones Unidas el actual Programa de la ONU para el Medio Ambiente (UNEP), también fue rechazada. Pese a los innumerables llamamientos de la comunidad internacional para poner fin a las subvenciones a los combustibles fósiles, los Gobiernos presentes en Río+20 no han querido aprobar un nuevo párrafo que recuerde que el desarrollo sostenible solo será posible cuando se acaben las subsidios a las energías sucias y se apoyen decididamente las energías renovables.

Frente a los malos resultados de la declaración final y la inoperancia de los Gobiernos, la cita de Río+20 ha servido de nuevo para debatir, construir alianzas y amplificar las demandas de la sociedad civil sobre la necesidad de defender el planeta y sus habitantes.

Greenpeace ha estado presente tanto en la cita previa de la sociedad civil, la Cumbre de los Pueblos, como en el tramo oficial con los jefes de Estado, y el barco Rainbow Warrior, también en Río ha recibido miles de visitas, un indicador de la preocupación de la ciudadanía por los temas ambientales. En el contexto de la Cumbre, Greenpeace ha presentado su campaña para la protección del Ártico , ha denunciado la política errada de la presidenta brasileña Dilma Rouselff en materia de lucha contra la deforestación y también ha expuesto la necesidad de abordar la próxima gran crisis ambiental, la crisis de los océanos.

Para Greenpeace España, la intervención de Mariano Rajoy, en el plenario de la cumbre el pasado miércoles no ha podido ser más contradictoria. Además de no reflejar la posición española en la UE en materia como la protección de las aguas internacionales, Rajoy ha dicho lo contrario de lo que hace en España: Hay que potenciar las energías renovables, ya que los avances tecnológicos han hecho que cada vez sean más eficientes y baratas ", pero la realidad es que el desarrollo las energías renovables en España está hoy paralizado debido a la moratoria implantada por su Gobierno. Rajoy también ha afirmado que " hay que erradicar la pesca ilegal y proteger especies en peligro y ecosistemas marinos vulnerables" , pero sus posiciones en la UE en materia de reforma de la Política Pesquera Común o los recientes recortes en la vigilancia de las reservas marinas españolas van justo en la dirección contraria.

" Esta cumbre fallida nos produce frustración pero no parálisis" ha señalado Soto. "Greenpeace seguirá trabajando para construir el futuro que verdaderamente quieren y necesitan la mayoría de los habitantes del planeta".

ECOticias. Com

Jorge Bravo Igual
Secretariado academia beltran
Escrito por Jorge Bravo Igual
el 25/06/2012

Querida amiga Maria,como puede creer una persona,en los gobiernos y en las personas que tienen el poder,si no respetan los principios basicos como una Sanida publica con igualdad para todos,una Educacion sin ecepciones para todos gratuita ,una vivienda digna,y el minimo de alimento para sobrevivir y el derecho a un trabajo.

Viendo esto,que no es respetado,como se puede uno imaginar que van a pensar ,en el Medio ambiente,es contrasentido total.

Respecto a Rajoy,hay un dicho aqui en España que es el que el aplica que dice:Haz lo que yo diga,pero No lo que yo Haga.

Escrito por Andrea Jazmin Garcia Garcia
el 30/06/2012

El día del Medio Ambiente es un vínculo por medio del cual la Organización de Naciones Unidas da la opinión mundial sobre temas ambientales.
Los objetivos principales son dar un mensaje humano, motivando a las personas para que se conviertan en personas activas al desarrollo,sustentable y equitativo; promover el papel fundamental de las comunidades en el cambio de actitud haciael medio ambiente, y fomentar la cooperación,la ayuda de todos pues ésta garantizará que todas las naciones y personas disfruten de un futuro más próspero y seguro con un medio ambiente no contaminado y mas sano.
En el Día Mundial del Medio Ambiente se hace eventos en el que se realizan diferentes actividades: concentraciones en calles, conciertos ecológicos, ensayos y competencias de afiches en escuelas y colegios, plantaciones de árboles, campañas de reciclaje y de limpieza, etc.


Escrito por Erika Anchundia Morrillo
el 30/06/2012
Mi opinion acerca del medio ambiente es que debemos cuidar la naturaleza no dañarnos a nosotros mismos por que el estar contaminandos nos hace daño a la salud nop debemos botar basura en la calle por eso existe lo que se llama reciclaje
Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 30/06/2012

Muchas gracias Jorge, Andrea y Erika:

Creo que en sintesis han expuesto la base fundamental de la problemática del Medio Ambiente, es una cuestión que repercute directamente en el pueblo donde la Naciones, goviernos y el poder económico son los que dan las cartas, hay que cambiar la visión hacerla más humana con respeto al Medio Ambiente y hacia a la mayoria massacrada y humillada.

Con este debate estamos aportando nuestra parte en el cosmos, GRACIAS ATODOS!

ESTEFANIA
Escrito por ESTEFANIA
el 30/06/2012

Mi opinion es que debemos cuidar cuidar el medio ambiente para queno existan tantas enfermedades del medio que nos rodea por la contaminacion que hay en el mundo debido a las garndes fabrica. No desperdiar el agua porque es muy necesaria para nuestro personal porque sino no agua para podernos asiar

Julio Alarcon
New Jersey, Estados ...
Escrito por Julio Alarcon
el 30/06/2012

Me parece bien esta campaña de medio ambiente, para mi oarecer es unas de las cosas mas importantes a lo que si debemos darle importancia asi hacemos conciencia y podemos aportar con un granito de arenas para un futuro mejor mas aire puro y no explotar la tierra de manera q ¡Como se lo a echo hasta ahora

ESTEFANIA
Escrito por ESTEFANIA
el 30/06/2012

Mi opinion es que debemos cuidar cuidar el medio ambiente para queno existan tantas enfermedades del medio que nos rodea por la contaminacion que hay en el mundo debido a las garndes fabrica. No desperdiar el agua porque es muy necesaria para nuestro personal porque sino no agua para podernos asiar.
No botar la basura en cualquier lado sino reciclarla en un tacho de basura porque sino ese desperdicio anda contaminando la ciudad eso que en el pais no sanciona a la gente que dota basura porque en otras ciudades si lo hacen por eso tienen mas ciudado en hacerlo, ahorrar la electricidad sino ocuapas electrodomestica apagalo para que no se gaste mucha energia electrica ya que te sale mucho por pagar en la planilla del mes.
Consumir frutas qur tu mismo la coseches para evitar consumir frutas con quimico ya que le hace daño a tu salud.

Jorge Bravo Igual
Secretariado academia beltran
Escrito por Jorge Bravo Igual
el 30/06/2012

Con estos pequeñas explicacion,demuestra que granito a granito se remueven conciencias,y es lo mejor que podemos hacer amigos,hacemos camino al andar un abrazo

Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 01/07/2012

MUCHAS GRACIAS A TODOS USTEDES!

Estefania , Julio y Jorge, un abrazo, gracias por sus aportes!

Tienen absoluta razón en todo lo que argumentan el tema Medio Ambiente es complejo, aunque parezca simple y facil de entender, envuelve una série de factores intrínsecos a esta problemática puesto que, el equilibrio ecológico produce una salud física, mental y espiritual adequada para que el hombre pueda ejercer sus actividades plenamente, sin estas condiciones favorables nos vemos en el encenario triste y sin control en que estamos ahogando.


Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 02/07/2012

Rio+20, único paso positivo la importancia que se le ha dado por primera vez a los océanos

El documento final no implica ningún avance sólido, sino meras y débiles declaraciones de intenciones, en la mayoría de los casos reiterando objetivos ya existentes en otros textos.

ENVIADO POR: ECOTICIAS. COM / RED / AGENCIAS, 25/06/2012, 16:55 H | (299) VECES LEÍDA

Oceana valora la relevancia que por primera vez se ha dado a los océanos en la Cumbre de Rio +20. Sin embargo, la organización internacional de conservación marina considera la declaración final como una débil declaración de intenciones, sin ningún compromiso legalmente vinculante que responda de manera inmediata a las necesidades urgentes de conservación y gestión de los océanos del mundo. Rio +20 concluye sin ningún avance real hacia un futuro sostenible.

“El documento final no implica ningún avance sólido, sino meras y débiles declaraciones de intenciones, en la mayoría de los casos reiterando objetivos ya existentes en otros textos. En aras del consenso se han sacrificado los compromisos que con tanta urgencia se necesitan para restablecer la salud de nuestros océanos”, afirma Xavier Pastor, Director Ejecutivo de Oceana Europa. “Basta un poco de perspectiva histórica para ver que este texto final de Rio +20 y nada son lo mismo”.

La Cumbre se ha celebrado 30 años después de la adopción de UNCLOS (Ley del Mar), 20 después de la Cumbre de la Tierra y 10 después de la Cumbre de Johannesburgo sobre el Desarrollo Sostenible. La aportación del texto final ha sido subrayar la importancia de los océanos dentro del desarrollo sostenible, si bien se ciñe a refrendar los acuerdos alcanzados entonces.

“Lo único relevante de la Cumbre ha sido la importancia que por primera vez se ha concedido a los océanos”, explica Ricardo Aguilar, Director de Investigación de Oceana Europa. “No hay avances reales en creación de áreas marinas protegidas, donde solo se reiteran compromisos pasados, ni en la protección de los hábitats de alta mar, y el texto referente a la recuperación de los stocks pesqueros ya se acordó hace una década”.

Rio +20 pide a los Estados que se comprometan con carácter urgente a alcanzar el Rendimiento Máximo Sostenible en 2015 en los términos definidos en Johannesburgo ya en 2002, es decir, que recuperen los stocks pesqueros agotados hasta el nivel que permita generar las mayores capturas posibles de forma indefinida en el tiempo. Además, hace un llamamiento a la adopción de planes de gestión según los datos científicos, incluyendo la reducción o suspensión de las capturas.

La Cumbre también ha recordado el compromiso establecido en el Convenio para la Diversidad Biológica de proteger un 10% de los ecosistemas costeros y marinos, cuyo cumplimiento ya tuvo que retrasarse de 2012 a 2020 por el retraso de los países.

ECOticias. Com - Oceana



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Maria Dolores Fort Perez
Arquitecto. unisinos
Escrito por Maria Dolores Fort Perez
el 05/07/2012

Saludos a todos compañeros de lucha por la causa noble del MEDIO AMBIENTE!

El mi humilde opinión, creo que no todo esta perdido y con la semilla plantada van a emergir de la propia Tierra una sana cosecha de amor hacia EL FUTURO Y GENERACIONES QUE NOS SIGAN:

05 / 07 / 2012 Rio+20 evidenciou protagonismo da sociedade civil, avaliam deputados

Os parlamentares brasileiros destacaram que, mesmo que o resultado das reuniões oficiais da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20 oficial, não tenha trazido os resultados esperados, propiciou grandes avanços protagonizados pela sociedade civil.

Em balanço feito pela Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas nesta quarta-feira, os deputados afirmaram que a reunião falhou em não estabelecer metas nem definir um fundo que financiasse as ações pelo desenvolvimento sustentável, mas permitiu que a discussão sobre um mundo sustentável e a economia verde se popularizasse.

O presidente da comissão, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), relatou que, na época da Rio 92, também se falou em fracasso. Mas, em sua avaliação, todas as grandes políticas públicas de proteção ambiental adotadas no Brasil tiveram sua origem naquele encontro.

Metas e propostas – Macêdo chamou atenção para o Fórum de Legisladores e o encontro dos prefeitos das maiores cidades do mundo, que adotaram metas e propostas. Para o deputado, isso mostra para os dirigentes mundiais, responsáveis pelo evento central, que é possível tomar decisões que podem mudar o rumo do desenvolvimento.

Os parlamentares destacaram, durante o debate, que a necessidade de consenso entre os 193 países participantes foi decisiva para a “timidez” do documento oficial do encontro. O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), destacou que a ousadia se mostrou nas manifestações da sociedade civil.

“Ficou comprovado na Rio + 20 que o protagonismo da defesa da sustentabilidade, da defesa intergeracional, está nas mãos dessas forças vivas e foram elas que demonstraram que é possível fazer uma mudança radical, como a emergência climática exige”, avaliou.

Segundo Alfredo Sirkis, o Congresso vai monitorar o cumprimento das decisões tomadas na conferência.
O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) afirmou que a Rio 92 avançou mais porque tratou de temas que já eram discutidos no âmbito das Nações Unidas, o que não aconteceu com os temas da Rio+20, que era economia verde e governança. Esse último é a busca de uma forma harmoniosa de realização dos acordos ambientais, inserindo o tema no centro das decisões tomadas no âmbito das Nações Unidas.

Rio Clima – Já o seminário Rio Clima, evento paralelo organizado por Alfredo Sirkis, foi apontado como sucesso pelos parlamentares. O evento atraiu especialistas de 15 países e teve intensa participação do público. Concluído com recomendações à Rio+20 e também à Conferência do Clima, que ocorre no fim do ano, o evento foi adotado por Pernambuco e pela cidade do Rio como permanente.

Sirkis acredita que o sucesso da atuação parlamentar junto aos movimentos da sociedade na Rio+20 terão continuidade. “O Congresso vai monitorar e acompanhar o cumprimento das decisões que foram tomadas na Rio+20. Isso de alguma forma também vai influir, espero eu, na própria pauta do Congresso. Acho inconcebível que se volte a discutir o Código Florestal sem se levar em conta os ensinamentos da Rio+20”, afirmou.

A comissão mista aprovou a criação de uma subcomissão para discutir as propostas para a Conferência do Clima, que será realizada no Catar. (Fonte: Agência Câmara)

Laura
Escrito por Laura
el 08/07/2012