En este grupo En todos

Grupo de Campaña del lazo blanco

Hollywood Latino Internacional
Cinematografia escuela de cine y tv.
Escrito por Hollywood Latino Internacional
el 16/06/2010

Necesario y excelente grupo. Felicitaciones por su creación y por abrir también este espacio.


Todos deberíamos participar y ayudar de algún modo.



Es un mal mayor, cruel y hasta diría de todos los tiempos.


La víctimas deben obtener contención tanto física, psíquica como espiritual.


Los victimarios asistencia para que comprendan sus actos, sus consecuencias nefastas, para revertir en la medida de lo posible los daños causados y reformarse para dejar de causarlos.


La familia, amigos, profesionales, la sociedad en torno como así también las autoridades policiales e instituciones hospitalarias o afines, deberían ofrecer ayuda incondicional para la prevención de estos abusos, para la contención y para la corrección debida y oportuna de quién ejerce violencia en cualquiera de sus dimensiones.


Saludos

Viviana Saíni


Maria Natal Guerreiro
Licenciatura em política social univer...
Escrito por Maria Natal Guerreiro
el 16/06/2010

Buenas Noches!

O que mais evidencia este debate é o reconhecimento de que a violencia contra as mulheres existe e é imperioso trabalharmos para lhe dar um combate cerrado até que as pessoas envolvidas possam finalmente libertar-se ou modificar a tendência dos homens em agredir as companheiras.

==São necessárias leis e que o poder policial e poder judicial actuem obre as denuncias recebidas, ou criar a convicção de que os actos violentos são punidos. Este é um passo extremamnete importante: a punição.

==Outra forma de combate é incrementar na educação, em casa e nas escolas, os principios da igualdade entre homens e mulheres e afirmar todos os dias a importância do respeito pelos direitos humanos. É um trabalho que passa pelo acompanhemento a famílias potenciais de risco de violencia.

==Não há um padrão exacto para se reconhecer potenciais famílias em risco de violencia, mas há indicadores já testados que, associados a outros, nos dão o que pode ser uma família potencial de risco de violencia de género, conjugal ou familiar.

==A conjugação dos vários indicadores podem contribuir para a necessdade da exisstência de programas sociais que trabalhem com as famílias no sentido na prevenção da violência e, numa generalidade, em estreita colaboração com as escolas.

Estou a preparar um curso online, no qual todas estas questões e muitas mais, serão abordadas exaustivamente para sabermos todas e todos do que estamos a falar. O curso será no âmbito do Grupo de Violencia de género e vai dar ferramentas a tod@s nós para a participação na campanha do laço branco.

Maria Natal Guerreiro
Licenciatura em política social univer...
Escrito por Maria Natal Guerreiro
el 16/06/2010

Após a minha anterior intervenção neste debate, quero referir-me aos vossos post:

A nossa amiga Nancy coloca muito bem a necessidade de existência de "talleres" educativos para desenvolver uma educação proactiva no que respeita aos direitos humanos.

Agradeço muito os "post's" da Maria, do David (já me referi ao vídeo) e da Pilar, obrigada pela força para levarmos a nossa orientação quanto ao esclarecimento, à consciencialização, e, sobretudo, por nos apetrecharmos de ferramentas simples que serão uma mais valia quando nos deparamos com situações e que podemos ajudar e apoiar.

Ao amigo Ubaldo, dizer-lhe que facto a educação é o primeiro patamar em que a sociedade deve intervir, sobretudo na promoção da mediação de pequenos conflitos que existem entre as crianças, o ensino da resolução desses conflitos por meios pacíficos. É fundamental trabalhar-se com a "convenção dos direitos da criança" e aplicá-los como retórica e como prática à criança. Para um trabalho mais consistente, Ubaldo, é na constituição de equipas multidisciplinares para a realização de actividades de grupo com crianças e o recurso aos estudos sociológicos, são caminhos que darão os seus frutos no futuro. A sociologia tem um papel importantíssimo no trabalho com as famílias.

Também o Miguel aborda a questão da educação. A educação é uma "peça" fundamental da engrenagem. É vital. Na educação está tudo o quisermos para uma sociedade equilibrada. É preciso utilizar as ferramentas certas. É preciso não ter medos ou receios em falar com as crianças sobre os conflitos, infelizmente, existem do baixo ao mais alto nível e fará das crianças adultos mais propensos à cordialidade e à resolução pacífica dos conflitos que vão enfrentar pela vida fora.

Agradecer muito à Elizab, à Célia, à Maria Cristina, à Frida, ao Juan, à Maria Isabel, ao Esteban, à Maria Eugénia o apoio a este grupo no caminho que se pretende avançar com a campanha do laço branco como um contributo ao combate da violência contra as mulheres genericamente falando, adicionando a este combate a população não violenta, reforçando o papel dos homens em se mostrarem absolutamente contra a violência como meio de gestão de conflitos ou, na maioria dos casos, é violência "gratuita", isto é não há razão nenhuma para a existência da violência.

A Júlia trouxe um aspecto muito importante a este debate. Obrigada. O avanço dos homens na partilha da vida familiar. Trata-se da conciliação, uma estratégia que vai “obrigar” a que exista a igualdade efectiva entre o casal e a igualdade dá-nos o sentido da responsabilidade. As práticas traduzem a consciência.


Maria Natal Guerreiro
Licenciatura em política social univer...
Escrito por Maria Natal Guerreiro
el 16/06/2010

Um apelo:

Que cada um de nós seja porta-voz deste debate e da campanha junto das nossas redes, junto dos grupos a que pertencemos, ou seja, tod@s vamos passar a palavra.

Espero-vos amanhã, as horas dos encontros nos debates não são sempre as mesmas, os fusos horários condicionam muito...

Amanhã vou trazer alguns detalhes sobre a realização da campanha.

Um abraço a tod@s ,
Maria Natal

Maria Bentancor
Nonatologia,psiquiatria sexologia hosp...
Escrito por Maria Bentancor
el 16/06/2010

Amiga permite mi aporte personal , lo que se procura es crear conciencia en la sociedad toda hombre y mujeres de este hecho, las mujeres somos muy fuertes de carácter es verdad , mas necesitamos de los hombres de bien, esposos nobles ,amigos solidarios ,compañeros fieles ,en esta lucha por la no violencia contra la mujer

Físicamente estamos en inferioridad , nuestras fuerzas físicas no son las mismas y las estadísticas gritan la verdad ,Son demasiadas las mujeres muertas en lo que va del año como para seguir sin buscar soluciones ,por eso les pedimos que se adhieran a esta campaña ,por vuestras amigas ,madres hijas y hermanas ,Mujeres nada mas ,que no sabemos de su porvenir ,entre todos buscaremos encontrar una salida para tanta agresividad

Gracias a todos y a ti en especial Maria Natal luchadora incansable por esta noble causa

Un gran abrazo los quiero mucho

Viany Mirey Quinchia Toro
Secretariado ejecutivo bilingüe colomb...
Escrito por Viany Mirey Quinchia Toro
el 16/06/2010

Hola María, me parece bien interesante y complejo este debate, verás no se trata solo de el hombre golpeador, que se regocija en la degradación de otro ser humano, no solamente del género femenino, generalmente este tipo de persona maltrata a todos sus congéneres en general teniendo un mayor poder sobre todo en aquellas personas con baja autoestima y de fácil manipulación.

De manera muy personal y sin ánimo de ofender otros conceptos, tengo una opinión muy personal con respecto a este análisis, ¿Hasta qué punto y en qué medida nosotros como padres de familia estamos contribuyendo de manera pasiva a esta violencia?

Pienso que todo radica en el seno familiar, verás cuando le permitimos a nuestros hijos estar hasta altas horas de la noche en la calle, pero le decimos a nuestras hijas " una niña decente nunca sale a altas horas de la noche", le estamos mandando mensajes errados a nuestros hijos varones, le estamos diciendo "Tú puedes hacer lo que quieras porque eres hombre, pero tu hermana por el hecho de ser mujer no tiene los mismos derechos tuyos".

Creo que debemos encontrar un equilibrio en la forma de criar a nuestros hijos, pues esto se ha comvertido en un círculo vicioso, que viene de nuestros padres y de los padres de ellos.

No es solo el aporte que los hombres no violentos pueden hacer, es el aporte que todos como seres humanos estamos en la obligación de aprovechar para hacer saber que los violentos no son tantos, pero en la medida en que callemos, los hacemos más fuertes y poderosos, "MUJERES" maltratadas, violentadas en su dignidad, abusadas sexualmente por sus propios esposos, es hora de entender que no será fácil un nuevo comienzo, pero si quieren un mejor mundo para sus hijos, deben dar el primer paso con una DENUNCIA, no solo son los maridos violentos, son también aquellos jefes que gozan con la degradación de las personas que tienen bajo su mando, son aquellos hombres que tienen cargos gubernamentales y piensan que están por encima de toda ley.

Pienso que es un tema que puede verse desde muchos ángulos, pero fuere cual fuere la forma en que lo miremos, creo que por el solo hecho de ser seres humanos, merecemos el derecho a la dignidad y sobre todo a la individualidad y ningún ser tiene derecho a transgredir nuestro estatus de "SERES HUMANOS"; yo los invito a que pensemos hasta que punto podemos ser llamados "seres superiores" con respecto a nuestro entorno, realmente tenemos ese derecho de ser llamados así?.

Amigos los invito de manera muy respetuosa a que meditemos sobre esto un poco.


VIANY MIREY.

graciela susana
Escrito por graciela susana
el 16/06/2010

Hola María, muy interesante este grupo y debate, entre todos se puede llegar a algo concreto. Te voy a portar con algo-

Acta de derechos de la mujer maltratada

  • Yo tengo derecho a no ser golpeada jamás
  • Yo tengo el derecho de cambiar la situación
  • Yo tengo el derecho de vivir libre del temor a ser golpeada
  • Yo tengo el derecho de requerir y esperar una correcta atención por parte de la policía y los sistemas de atención que necesite
  • Yo tengo el derecho de compartir mis sentimientos y no ser aislada de familiares, amigos y otras personas
  • Yo tengo derecho a ser tratada como una persona adulta
  • Yo tengo derecho a salir de un ambiente de maltrato
  • Yo tengo derecho a mi privacidad
  • Yo tengo el derecho de expresar mis propios pensamientos y sentimientos
  • Yo tengo derecho a desarrollar mis habilidades y talento personal
  • Yo tengo el derecho de denunciar a mi esposo/compañero golpeador
  • Yo tengo derecho a no ser perfecta.

Fuente: "Understanding Wife Assault", de D. Sinclair y ha sido tomada del libro "Battered wives and powerless loss: what can counsellors do? De Patricia G. Ball y Elizabeth Wyman.

Confrontando la Violencia

Si existe violencia en su relación, debe:

  • reconocer el problema y considerarlo seriamente
  • conversar con su pareja y decirle que la violencia debe terminar
  • dejar de justificar la violencia diciéndose que a veces uno mismo la provoca con su actitud. Nada justifica la violencia,
  • decirle firmemente lo que ud. No quiere hacer
  • conversar con alguien que le dé confianza. Lo importante es romper el silencio.
  • llamar a algún teléfono de ayuda y orientación
  • integrarse a actividades que la fortalezcan como persona
  • denunciarlo o recurrir a instituciones de su comunidad
  • no aislarse y buscar ayuda

Las mujeres no deben avergonzarse ni sentirse culpable por sufrir estas agresiones. Una gran cantidad de mujeres la sufren diariamente. Lo importante es tomar fuerza para cambiar esa situación.

Si ud. Es víctima de violencia doméstica:

  • no se aísle, busque familiares o personas amigas y cuénteles su problema.
  • busque un lugar donde refugiarse en momentos de emergencia, si se ve imposibilitada de quedarse en su hogar.
  • no se quede aguantando, pensando que todo pasará y que la calma volverá. La violencia puede ser peor y su vida y la de sus hijos corre peligro.
  • busque asistencia legal e infórmese de sus derechos y de las leyes que la protegen.

Recuerde que:

  • ud. Tiene el derecho a una vida libre de violencia.
  • no puede perder sus hijos.
  • ud. Puede reclamar el derecho de sus hijos a recibir pensión alimenticia.
  • el ciclo de violencia no se rompe solo. Debemos hacer algo para cambiarlo.
  • la violencia doméstica es un delito que debe denunciar.
  • ayude a que sus hijos tengan un futuro sin violencia.
Tomando Medidas Contra la Violencia

Es aconsejable que la mujer víctima de violencia doméstica tenga una salida a la comunidad, haga la denuncia, se rodee de testigos, hable en los lugares a los que concurre, todo lo que sea necesario para que la comunidad entre en este tema, que salga del hogar. El espacio público es el que puede ayudarla a romper ese círculo. En esa salida a la comunidad, es fundamental, ni bien suceda la situación de violencia, hacer la denuncia en la comisaría o en los tribunales, sobre todo que no se quede con la exposición civil, que se haga la denuncia. Dentro de lo posible, es conveniente que vaya acompañada, porque el refuerzo de otra persona le dá más seguridad, y que insista en que le tomen la denuncia porque si hay violencia hay delito y tiene que ser tomada la denuncia. También tiene que concurrir, si hay muestras físicas, al primer centro asistencial nacional, provincial o municipal,donde quede muy claro el diagnóstico, un antecedente, si es que la comisaría no tiene médico forense. Si hay un forense en la comisaría, la debe revisar. Debe tomar la mayor cantidad de recaudos posibles y datos para que puedan ser volcados en su expediente, tratar de tener siempre a mano todos los documentos de la mujer y los niños, todo lo que le permita acreditar ante el tribunal los vínculos,y los títulos de propiedad de los bienes en común. Una vez que sabe que Juzgado interviene, debe concurrir y recurrir a cualquier tipo de centro de asistencia donde haya tratamiento de ese tema. Si bien la sola acción jurídica no remedia este tipo de situaciones, es muy importante que la mujer pueda reconocer y defender sus derechos.

(Carmen Gonzalez - abogada. Primeras Jornadas Interdisciplinarias sobre Violencia Familiar de la zona norte -Vicente Lopez, 1994.)

Las lesiones (producidas con o sin armas), las amenazas para atemorizar, someter y asustar, la violación (aún cuando el violador sea el marido, concubino, padre u otro familiar) las relaciones sexuales con una menor de 12 años o una mayor de 12 y menor de 15, el abuso deshonesto son delito.

La denuncia debe hacerse lo antes posible en:

  • la comisaría de la zona
  • la fiscalía del departamento judicial
  • el juzgado penal de turno.

En algunas comisarías tratan de evitar recibir las denuncias, pese a que tienen la obligación de hacerlo

La simple exposición civil no sirve para poner en marcha la justicia penal. Es importante obtener un comprobante de la denuncia y averiguar cuál es el juzgado que tendra intervención.

Si hay marcas de los golpes, al hacer la denuncia en la comisaría, la víctima debe ser revisada por el/la médicoforense de turno. Si no está presente, puede acudir a la Regional ¨Policial más cercana, donde hay una guardia permanente de peritos médicos o a un hospital público. Si los golpes y las lesiones son graves puede acudir directamente a la guardia de un hospital público.

Los/as médicos tienen la obligación de denunciar el delito y asentarlo en el libro de guardia. Es funadmental extender un informe sobre:motivos de la atención, gravedad de las lesiones, deformaciones permanentes, secuelas o consecuencias de incapacidad, debilidad mental u orgánica, problemas para engendrar o concebir, abortos provocados, etc.

Una denuncia eficaz requiere la mayor cantidad posible de pruebas. Aunque la mayoría de estos hechos suceden a puertas cerradas, es importante buscar testigos, avisarle a las vecinas, familiares y, si es posible, agentes de la comisaría más cercana. Cuando se produce el hecho violento gritar fuerte, abrir puertas y ventanas para que se escuche bien, correr hacia la puerta, tocar los timbres, llamar a los vecinos y pedirles los nombres, dirección, número de documento. Todos pueden servir de testigos, aún parientes cercanos o hijos/as.

Es importante juntar otras pruebas: huellas de pelea, ropa rota o con sangre, armas u objetos utilizados, que un tercero tome fotografías en colores de moretones o heridas y guardar el recibo, nombre del comercio que hizo el revelado, el lugar y la fecha.

El/la juez puede excluir al golpeador del hogar conyugal. Si la mujer deja el hogar debe hacer la denuncia por lesiones y amenazas, y aclarar que se aleja del hogar porque está en peligro su integridad física y que ello no implica abandono malicioso del hogar. Esto no le ocasionará perjuicios respecto de la tenencia de los hijos. Los malos tratosson causal de injurias para obtener el divorcio por culpa exclusiva del cónyuge golpeador.

El círculo de la violencia solo puede interrumpirse mediante la intervención externa. Esta intervención puede provenir del círculo de familiares y amigos/as, policías, médicos/as, educadores/as, psicólogos/as, abogados/as, asistentes sociales, etc. , y mediatizada por instituciones tales como el hospital, la escuela, los tribunales ,etc. Para prevenir y enfrentar la violencia familiar, es necesario superar el mito de que estas cuestiones pertenecen a la esfera privada. Resulta fundamental implementar un abordaje global e interdisciplinario y concertar los esfuerzos de instituciones gubernamentales y organizaciones no gubernamentales que brinden asistencia y asesoramiento especializado a las víctimas, y también destinar recursos para la asistencia y la recuperación de los hombres violentos. Erradicar la violencia familiar es una condición necesaria para garantizar la plena vigencia de los derechos humanos.

Fuente: Extraído de Violencia Familiar-Centro Municipal de la Mujer-Vicente López. ISPM- Instituto Social y Político de la Mujer, Argentina


graciela susana
Escrito por graciela susana
el 16/06/2010

María, a mi me a tocado participar en muchos casos de violencia. Donde se presenta la mujer una vez que ha realizado la denuncia, se le llenaba una planilla donde se le hacía una serie de preguntas, por ejemplo si era la primera vez que su esposo la golpeaba, si la amenazaba,etc,aparte de participar la fiscalía de Instrucción , se le daba participación al Área de la mujer donde trabajan psicólogas que tratan a la mujer golpeada,al esposo y al núcleo familiar. Pero el problema subsistía cuando la pobre mujer tenía que salir disparando de su hogar con sus hijos menores a cuesta; más allá de toda la tramitación que se le realizaba como de darle participación en compulsa al juzgado de menores y/O Fiscalía, nos encontrábamos ante el problema dónde ubicar a esa mujer y a sus hijos para protegerla, entonces se llamaba a un hogar que hay aquí y ahí se alojaban, pero existía ese hombre inadaptado ,como esposo, que no le interesaba nada de nada y se presentó al hogar a querer llevar a la fuerza a su mujer y a sus hijos, en estado de ebriedad ,Imagínate el mal rato para todos los que se encontraban allí, llamaron a la policía pero mientras tanto de que esta llegara cuanto riesgo se corría-Como este caso y peores hay más, si bien el fiscal ordena que el imputado no se hacerte a más de tantos metros del hogar, siempre la mujer y sus hijos están en riesgo de que un trastornado mental acabe con su vida. Considero que este tema debe trabajarse más profundamente y que se tome como un tema sumamente delicado ya sea en la actuación policial como la de los juzgado. Fijate que hacen como seis años atrás estando citados por el juzgado de menores una pareja, la mujer fue muerta a puñaladas frente a la puerta del juzgado en la calle ¿Por qué pasó eso? ¿No se tomaron las medidas de seguridad correspondiente por parte del Juzgado que no le advirtió al custodia Policial que era un problema que podía traer consecuencias por loas antecedentes que se reunían en el expediente. Para mi María que las leyes deben darle más garantías a las víctimas y más severas sanciones a los imputados. Muchas gracias

Juan Heriberto Gonzalez Tejeda
Administraion de empresa y otros en s....
Escrito por Juan Heriberto Gonzalez Tejeda
el 16/06/2010

Buena,muy interesante,este debate,para amarce nesecitan dos,pero lamentable por el camino de la vida se pierde el dialogo,por la afsorvencia dominante,de uno de los dos y nacen,la desconfianza,los selos,la inseguridad,y se empiesa el trato aspero de la pareja,creo que cuando ya no existe esta confianza en la pareja ya es mejor buscar otro camino y dejar libre al ,otro para que reaga su vida,y no terminen destrozando mas ese amor que los unio unas vez,nadie es dueño de otro,nacemos libres y debemos seguir siendo libres de amar a quien nos ama,y no vivir una vida ipocrita si ya murio el deseo,el amor al otro,para que seguir sufriendo,o aciendo sufrir al otro......

Florencio Flores Tapia
Agronomía tropical-orientación aguas y...
Escrito por Florencio Flores Tapia
el 16/06/2010

Gracias por la invitación a este debate. Yo creo que la violencia existe tanto por parte de los honbres hacia las mujeres, como las mujeres hacia los hombres, aunque en mayor porcentaje de hombres a mujeres. Por ello pienso que la campaña del "lazo Blanco" debe ser orientado para ambos sexos.

El problema de la violencia es generalizado y depende mucho de los valores que exista en el hogar y del control del carácter y de sus propias reacciones, que puedan tener.

Erradicar la viuolencia familiar, significa romper comportamientos arraigados desde los ancestros; y cambiar paulatinamente mediante una campaña de sensibilización y concientización sobre el respeto y la comprensión mutua en todos los espacios y momentos: hogar, escuelas, colegios, Universidades, medios de comunicación y otros. Solamente con el cambio de actitudes y la voluntad de los actores podrá ser superado este álgido problema. Las leyes de protección, podrá contribuir en esto.

Monica De La Rosa
Perito mercantil instituto de formació...
Escrito por Monica De La Rosa
el 19/06/2010

Hola María:totalmente de acuerdo! Una forma:desde nuestros hogares,empleos,amistades:sacar el tema,tratarlo,exponer opiniones,simpre hay alguien que necesita ayuda! LA ESCUELA ES NUESTRO HOGAR,desde ahí debemos partir.

Maria Natal Guerreiro
Licenciatura em política social univer...
Escrito por Maria Natal Guerreiro
el 01/12/2010

Hombres y Mujeres (unidos pelo lazo blanco)